Proteção de cultivares passa a ser cem por cento automatizada

Conseguir o Certificado de Proteção de Cultivares se tornou mais fácil. A mais recente evolução do CultivarWeb informatizou integralmente os procedimentos relativos à proteção de cultivares, proporcionando agilidade e transparência na obtenção da propriedade sobre variedades de plantas. “Com o processo eletrônico, os obtentores podem depositar os pedidos de proteção sem ter que vir às dependências do Ministério da Agricultura, não ficando restritos ao horário de expediente. O pedido pode ser depositado com um clique, de dentro do seu escritório, inclusive nos finais de semana”, disse o coordenador do Serviço Nacional de Proteção de Cultivares, da Secretaria de Defesa Agropecuária, Ricardo Zanatta, que observou também a redução de custos operacionais, tanto para o Governo, quanto para os usuários do serviço.

Outra característica inovadora é a gestão das taxas relacionadas ao serviço. Com o novo sistema, os obtentores monitoram e gerenciam as taxas que devem recolher, emitindo Guias de Recolhimento da União específicas que, após o pagamento, são compensadas automaticamente pelo sistema que se comunica com o Sistema de Gestão de Recolhimento da União – SisGRU, do Tesouro Nacional.

“A expectativa do setor é que com essa desburocratização e automatização o prazo de análise dos pedidos de proteção seja reduzido em 20%, além da eliminação de custos de deslocamentos e postagem documental”, ressalta Zanatta.

A Proteção de Cultivares é uma forma de propriedade intelectual pela qual os obtentores de plantas podem proteger suas novas cultivares, adquirindo determinados direitos exclusivos sobre elas. A proteção é concedida por um período de 18 anos para cultivares de espécies arbóreas e videiras e por 15 anos para as demais espécies.

No Brasil, o órgão responsável pela Proteção de Cultivares é o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC), que está ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Acesse aqui os tutoriais para pedidos de Proteção de Cultivar. (http://www.agricultura.gov.br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-agricolas/protecao-de-cultivar/tutoriais-para-uso-do-novo-cultivarweb)

Indea MT recebe 60 veículos novos por meio de recursos do Fase MT

O Estado de Mato Grosso representado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) e o Fundo Mato-Grossense de Apoio à Cultura da Semente (Fase MT) participaram no salão Cloves Vetoratto no Palácio Paiaguás nesta quinta-feira (07/03) da solenidade de entrega de 60 novos veículos que irão auxiliar nas atividades de fiscalização e educação sanitária vegetal em todo estado.

Os veículos serão direcionados para as regionais do Indea localizadas os munícipios de Água Boa, Canarana, Nova Xavantina, Ribeirão Cascalheira, Alta Floresta, Nova Monte Verde, Arenápolis, Campo Novo do Parecis, Denise, Diamantino, Nova Olímpia, Tangara da Serra, Barra do Garças, Ponte Branca, Cáceres, Mirassol D´Oeste, Porto Espiridião, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Poconé, Rosário Oeste, Brasnorte, Porto dos Gaúchos, Juína, Ipiranga do Norte, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, São José do Rio Claro, Sorriso, Tapurah, Colíder, Matupá, Terra Nova do Norte, Campos de Júlio, Comodoro, Pontes e Lacerda, Sapezal, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Campo Verde, Jaciara, Juscimeira, Pedra Preta, Poxoréo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santo Antônio do Leste, Paranatinga, Alto da Boa Vista, Confresa, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Cláudia, Sinop e Vera.

Todos os veículos são novos no modelo Fiat Strada 1.4 equipados com direção hidráulica, vidros elétricos e ar condicionado, com garantia de fábrica e proporcionará maior eficiência e segurança na prestação de serviço da Autarquia. A origem do recurso advém do convênio de cooperação técnico financeira nº 001/2013, entre o Indea-MT e o Fase-MT. O recurso é da ordem de R$ 3.903.918,67, via projeto para locação de veículos visando atender as demandas de fiscalização sanitárias no estado de Mato Grosso, com o prazo de vigência 2016-2020.

Na mesma oportunidade foram entregues 55 kits de informática sendo composto de notebooks e impressoras veiculares, repasse este realizado em parceria com o Instituto Mato-Grossense de Algodão (IMA-MT).

 Esteve presente na solenidade o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, que abriu a solenidade dizendo que “as instituições devem caminhar de forma uníssona harmoniosa, que parcerias como esta resulta na entrega de um serviço de qualidade para a população e que será uma constante neste governo tais ações”. O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda destacou que, “essa entrega é muito importante para a defesa agropecuária fazendo chegar à fiscalização de forma eficaz nos mais diversos rincões do Estado além da economicidade para os cofres do estado através da parceria firmada”.

O presidente do Fase MT e da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Gutemberg Carvalho Silveira enfatizou essa parceria afirmando que, “os veículos são locados e com carros novos estarão rodando no máximo 20-30.000 Km e logo são trocados, garantindo economia na manutenção e de combustíveis garantindo maior eficácia na atividade fim que é a fiscalização da sanidade vegetal em todo Estado”.

O vice-presidente da Aprosmat, Carlos Ernesto Augustin também comentou a entrega dizendo “a entrega de 55 kits de informática entre notebooks e impressoras veiculares irá facilitar a fiscalização e outras questões fitossanitárias”. Por fim o presidente do Indea MT, Tadeu Mocelin afirmou “o instituto irá se esforçar ainda mais na educação sanitária, pois o produtor consciente, que executa o manejo de forma correta não implica em descumprimento de leis, nossos servidores irão levar orientações da legislação e a importância do porque de serem cumpridas destacando um caráter menos punitivo e mais educativo”.

Esteve também presente a solenidade, o deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (PSD) e servidores Indea MT dos municípios contemplados com a entrega.

Fonte do texto: Max Campos / Indea-MT

Abrasem e associados promovem campanha de contra pirataria de sementes

 

Com o objetivo de despertar nos agricultores de todo o Brasil, a consciência e importância de utilizar sementes legais, orientando-os para os prejuízos causados pelo uso de sementes piratas. A Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) juntamente com seus associados realizam uma campanha contra o uso de sementes piratas em todo território nacional.

A campanha vai orientar o agricultor quanto a gravidade e os riscos de usar sementes ilegais, por meio das entidades representativas, que buscam desenvolver e apoiar todo setor sementeiro do país. Serão promovidas ações que estimulem a percepção, o entendimento e a conscientização dos agricultores sobre a importância de se utilizar sementes legais, e os prejuízos causados pela semente pirata que hoje chega em torno de R$ 4 bilhões.

Para a coordenadora do Comitê de Executivos da Abrasem e diretora executiva da Associação de Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Andreia Bernabé, o uso de sementes piratas é ilegal, reduz a produtividade da lavoura com isso eleva os riscos de propagação de pragas e doenças, além de prejudicar o agricultor e o agronegócio. “O uso de sementes piratas desestrutura a cadeia produtiva e a pesquisa de novas cultivares”.

Além da Aprosmat também participam da campanha a Associação Brasileira do Comercio de Sementes e Mudas (ABCSEM), Associação Goiana dos Produtores de Sementes e Mudas (Agrosem), Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem), Associação Paulista dos Produtores de Sementes e Mudas (APPS), Associação dos Produtores de Sementes do Estado de Santa Catarina (Aprosesc), Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado de Minas Gerais (APSEMG), Associação dos Produtores de Sementes e Mudas de Mato Grosso do Sul (Aprossul), Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul), Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), Associação Brasileira dos Obtentores Vegetais (Braspov), Associação Nacional de Produtores de Sementes de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras (Anprosem), Corteva Agriscience, Bayer, Syngenta,  Yokotobi, Associação dos Produtores de Sementes de Soja dos Estados do Matopiba (Aprosem) e Basf.

Com a presença do primeiro escalão do governo federal, novo presidente da FPA toma posse em Brasília

Na noite desta terça-feira (19), o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), recebeu da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, o cargo de presidente do colegiado e passou a comandar a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no ano de 2019. A cerimônia de posse da nova diretoria, em Brasília, composta por 26 parlamentares, foi cercada de autoridades, entre elas, o presidente da República Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Temos que levar em consideração todos os atores envolvidos no setor para produzir soluções inteligentes. A FPA é uma ferramenta de solução de vida coletiva para povo brasileiro e precisa ter esta responsabilidade. Precisamos ouvir as cabeças mais brilhantes, que conhecem os mais diversos temas, e ao mesmo tempo ouvir quem tem o poder de decisão sobre eles”, discursou o novo presidente da FPA.

A ministra lembrou dos desafios que enfrentou enquanto esteve à frente da bancada, em 2018, e afirmou que o agropecuária continua sendo o motor da economia do país. “São homens e mulheres que trabalham incansavelmente pela agricultura”, disse. A ex-presidente reafirmou a importância da Frente Parlamentar da Agropecuária. “A Frente mudou o destino do país quando, lá atrás, resolveu deixar de ser setorial e se uniu para também fazer política. Essa frente é sui generis: não existe outra como a FPA”.

O presidente Bolsonaro definiu a agropecuária como a locomotiva da economia do país. “São homens e mulheres responsáveis pelo nosso PIB”, discursou lembrando dos grandes embates que teve na Câmara dos Deputados ao lado de Alceu Moureira. O presidente citou ainda as dificuldades enfrentadas pelos produtores.

“Não é fácil, são desafios, trabalho de sol a sol, de segunda a segunda. Contem com alguém que está ao lado de vocês para que possam ter a devida segurança jurídica para poder plantar e produzir”, discursou Bolsonaro.

Entre os presentes, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entidades representativas do setor produtivo nacional, governadores, e mais de 200 parlamentares do Congresso Nacional. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também participou do evento.

Perfil do Alceu Moreira

Reeleito em 2014 com mais de 152 mil votos, Alceu Moreira é hoje o 3º deputado mais votado do Rio Grande do Sul e o 1º do PMDB gaúcho na Câmara. Tem 64 anos e é natural de Terra de Areia (antigo distrito de Osório), no Litoral Norte.

Na Câmara é membro das Comissões da Constituição e Justiça, Orçamento e Agricultura. Preside a Frente Nacional do Pré-sal – com mais de 300 membros -, e responde pela Política Nacional do Leite. Também é autor do projeto que acaba com o emplacamento de veículos agrícolas, medida aprovada no Congresso e repercutida em todo o país.

Trajetória política – vereador de Osório (1983/88), vice-prefeito (1993/96), prefeito reeleito (1997/2002) e presidente da Famurs (1999/2000); deputado estadual reeleito (2003/10), secretário de Estado da Habitação e Desenvolvimento Urbano (2003/06) e presidente da Assembleia Legislativa (2008); deputado federal reeleito (2011/19).

Confira lista da nova diretoria aqui.

Curso promovido pela Aprosmat qualifica analistas de sementes de algodão e soja

A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) realizou entre os dias 11 e 13 de fevereiro o III Curso de Avaliação da Qualidade Fisiológica de Sementes de Algodão e Noções de Tetrazólio em Soja. A capacitação foi ministrada pelos professores Dr.ª Maria Laene Carvalho (UFLA/MG) e Dr.º João Almir Oliveira (UFLA/MG). O curso teve a participação de 32 pessoas entre técnicos da própria Aprosmat e empresas associadas.

Segundo a pesquisadora, Dr.ª Maria Laene Carvalho, esses testes auxiliam no controle de qualidade dessas sementes para que o produtor receba um material de alta qualidade. “O profissional que passa por esse curso fica capacitado para realizar análises de tretazólio em algodão e soja, no caso do algodão a demanda está aumentando no estado e os analistas podem cumprir com facilidade essa missão de desenvolver esses testes”, explicou a doutora.

De acordo com professor doutor da Universidade Federal de Lavras, João Almir de Oliveira, o teste de tetrazólio além de mostrar que a semente está viva ou morta, ele pode avaliar a qualidade durante o período de armazenamento, isso favorece o manejo. “Inclusive pode orientar quais medidas que podem ajudar o produtor de sementes a melhorar a qualidade das mesmas”, afirmou o professor.

Para a responsável técnica da empresa Sementes Tropical, Rubiana Rossi, o curso foi esclarecedor e ministrado por grandes profissionais. “É um desafio produzir sementes de qualidade em Mato Grosso. Os professores deram uma boa revisada nos problemas de tretazolios de soja e na questão da semente do algodão também foi algo fantástico, concentrando em quais os cuidados que nós devemos ter da área de sementeiros na hora de escalar os testes, quais as fragilidades de cada semente em relação a temperatura, umidade e o que fazer e o que não fazer e por fim a melhor forma de estar interpretando isso de acordo com o momento, se é em uma recepção, se é na hora de um embarque”, explicou.

“A preocupação maior da Aprosmat é com a qualidade das sementes. Esses cursos que nós promovemos são justamente para isso, para qualificar os nossos analistas tantos os que trabalham nos laboratórios da Aprosmat, quanto dos produtores de sementes que trabalham nos laboratórios das fazendas”, ressaltou a diretora executiva da Aprosmat, Andreia Bernabé.

Aprosmat realiza plantão de pré-colheita para o recebimento de amostras

 

Com o início da colheita de cultivares de soja super precoce a Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) implanta o sistema de plantão pré-colheita, o qual consiste no atendimento em horário especial para recebimento de amostras de sementes. De segunda a sexta ocorrerá das 6h às 21h30, enquanto que aos sábados, domingos e feriados de 18h às 21h30. Nos horários fora do plantão será disponibilizado um ponto de coleta externo ao laboratório, em que poderão ser depositadas as amostras devidamente identificadas. Para a avaliação da qualidade das amostras entregues ao laboratório, são oferecidos os testes de determinação de grau de umidade, pureza, tetrazólio, identificação e quantificação de sementes esverdeadas, entre diversos outros.

 

O teste de tetrazólio (Tz) é o “carro chefe” da pré-colheita de soja, por fornecer de forma rápida, informações preciosas ao produtor sobre a qualidade fisiológica das sementes. Além da viabilidade das sementes, o mesmo informa sobre o vigor e ainda identifica os possíveis problemas que afetam o desempenho das sementes, tais como, danos mecânico, por umidade e percevejo.

 

Com os resultados dos testes o produtor terá condições (ferramentas) para decidir sobre o destino de sua lavoura, se a soja será beneficiada como semente ou vendida como grão. Com o plantão pré-colheita, os resultados dos testes poderão sair no mesmo dia, dependendo do horário de entrada da amostra no laboratório.

 

Segundo a gerente técnica do Laboratório de Análise de Sementes da Aprosmat, Nayara Roberto Gonçalves, o plantão vai até o final da colheita que está previsto para o mês de abril. “A finalidade do plantão é facilitar a vida dos produtores, muitas vezes devido às distâncias das propriedades com a sede da Aprosmat, as amostras não chegam a tempo”, afirmou.

Estudo para avaliar desempenho da qualidade de sementes de soja e algodão pode garantir economia a produtores de MT

 

Visando avaliar o vigor, a germinação e o desempenho da qualidade da semente de soja e algodão em locais com diferentes temperaturas, e também acompanhar o consumo de energia elétrica durante o período do experimento, Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), juntamente com a Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), como apoio do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMA MT) criaram o projeto “Qualidade Fisiológica da Semente de Soja e Algodão em Diferentes Temperaturas de Armazenamento”.

Iniciado em março de 2018, o estudo vem acompanhando o desempenho de variedades de sementes por oito meses, período equivalente a uma safra. A armazenagem dos grãos está sendo feita em seis salas separadas, sendo que, uma sala é mantida em temperatura ambiente e as outras cinco as faixas de temperatura variam entre 10, 13, 16, 19 e 21°C.

O estudo é realizado com variedades de ciclo precoce, médio e tardio e, vigor médio e alto. Durante os oito meses, a cada 45 dias as (espécies) sementes passam por uma avaliação em laboratório feita por especialistas e pesquisadores da UFPEL.  Neste caso a ideia é criar condições controladas de temperaturas e de umidades, utilizando equipamentos que consomem menos energia. Garantindo eficiência técnica e, ao mesmo tempo, viabilidade econômica de um processo. Além de descobrir se a qualidade da semente está sendo mantida.

“É notório por todos a relação direta que existe entre a qualidade da semente e a produtividade de uma lavoura de soja. Porém, para isso é preciso que a qualidade da semente seja preservada até o momento da efetiva utilização, ou seja, na semeadura. Com isso faz-se necessário um eficiente processo de armazenagem. Vale ressaltar que o processo de armazenagem não melhora a qualidade do lote da semente, apenas mantém. Temperatura e umidade são os dois fatores mais importantes no armazenamento, esses dois procedimentos em baixa são desejáveis. E, sementes imaturas e danificadas não são propícias ao armazenamento, enquanto as sementes maduras e não danificadas são ideais”, explicou o professor e pesquisador da UFPEL, Géri Eduardo Meneghello.

A razão fundamental do armazenamento está vinculada à preservação da qualidade fisiológica e sanitária das sementes, pela redução da contaminação por pragas e da incidência de micro-organismos e minimização da taxa de deterioração, que não pode ser impedida, mas a aceleração do processo pode ser minimizada por meio de procedimentos adequados de produção, colheita, secagem, beneficiamento, transporte e armazenamento. Reduzir a velocidade e os efeitos da deterioração nas sementes são metas prioritárias do armazenamento.

Essa soma de esforços entre as instituições busca resultados benéficos tanto para o agricultor, como para o produtor de sementes. Considerando a qualidade das sementes e os custos de armazenamento, os produtores poderão saber, com exatidão, quais as condições que devem ser efetivamente utilizadas no processo de armazenagem. Já os agricultores, por sua vez, estarão mais seguros que a eles será oferecida uma semente com maior potencial produtivo.

 

Ouvidoria Aprosmat mantem canal direto de comunicação entre produtor rural e empresas de sementes

 

A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) mantem o sistema Ouvidoria Aprosmat, com o objetivo de implementar um canal de comunicação entre o produtor rural e as empresas que comercializam sementes de soja associadas a Aprosmat. Desta forma o cliente poderá fazer sua reclamação, denúncia de sementes piratas ou feedback de como recebeu a semente direto ao canal competente.

A plataforma oferece três meios de utilização, pelo telefone via 0800-580-0260, pelo WhatsApp (011) 970055-9331 e  por aplicativo de celular que pode ser baixado na Google Play para sistema android ou para Iphone na AppStore.

Como forma de uma melhor divulgação da ouvidoria, uma etiqueta com os canais de comunicação acompanha a nota fiscal que acompanha o produto.  Após a chamada a ouvidoria, o produtor rural poderá acompanhar o processo por meio de um login e senha enviado a um e-mail cadastrado.

O coordenador do Comitê de Sementes de Soja da Aprosmat, Jeferson Aroni destaca que denúncias também podem ser feitas a ouvidoria, principalmente relacionadas a sementes piratas. “É um canal que ele pode denunciar essa prática de forma sigilosa e a Aprosmat irá encaminhar para os meios competentes, como Indea MT e Ministério da Agricultura para dar andamento os trâmites legais”, finalizou.

 

Representantes dos associados da Aprosmat participam de reunião sobre eSocial

 

A quarta mesa redonda promovida pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) debateu sobre o  eSocial com representantes de seus  associados no último dia 17 de janeiro e contou com a consultora Sirléia Alves na mediação dos trabalhos.

Com o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) implantado no ano passado, vieram algumas dúvidas e estes encontros mensais visam prestar esclarecimentos. Nesta edição foram tratados assuntos como horas extras, bancos de horas e a migração para o Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF) que substitui o antigo Cadastro Especifico do INSS (CEI).

A consultora Sirléia Alves destacou os temas debatidos e a capacitação dos profissionais que vão utilizar no dia a dia a ferramenta do eSocial. “O CEI não existe mais e hoje é obrigatório essa transformação de CEI para CAEPF, para que eles possam enviar estas informações de uma forma coerente. Desta forma, estes encontros mensais onde nós trocamos informações, onde cada associado pode trazer trabalhos novos ou experiências novas de dentro de suas empresas e assim podermos prestar um serviço de melhor qualidade”, comentou.

O diretor administrativo da Aprosmat, Thiago de Vasconcelos avaliou de forma positiva mais esta reunião, onde demandas e situações vividas por cada associado podem ser compartilhadas com os demais participantes. “Estamos aproximando os setores e as empresas, afinando as discussões sobre as causas trabalhistas, buscando o entendimento comum e verificando as práticas dos gestores nas empresas, possibilitando uma maior troca de informações”, disse.

A quarta mesa redonda contou com a presença de representantes de associados das áreas administrativas e recursos humanos. A diretora executiva da Aprosmat, Andréia Bernabé, também esteve presente na reunião.

Aprosmat promove missão para a maior feira de sementes dos Estados Unidos

 

Com objetivo de ter acesso as principais novidades do mercado de sementes e ampliar a rede de networking, um grupo de associados, diretores e convidados da Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (Aprosmat) estiveram entre 03 e 06 de dezembro participando CSS 2018 & Seed Expo, em Chicago, no estado americano de Illinois.

Com uma extensa programação de palestras, exposição de máquinas, reuniões com multinacionais, a missão segundo a diretora executiva da Aprosmat, Andréia Bernabé também pôde proporcionar aos participantes mais detalhes da Associação Americana de Sementes (ASTA), com contato direto com seu presidente. “Neste encontro com CEO da ASTA, Andy LaVigne podemos conhecer um pouco como funciona a Associação Americana de Sementes, de que forma ela atua e como é formatada com o corpo de associados. Nós tivermos a oportunidade de saber que eles escolhem produtores, empresas e todos que são vinculados à área de sementes para fazer parte do quadro associativo da ASTA”, comentou.

O ponto alto do congresso para a Andreia Bernabé ficou por conta das palestras da CSS 2018 & Seed Expo. “Para nós foi de grande valia uma das palestras que assistimos sobre contexto do mundo em relação as empresas com a colocação das multinacionais neste cenário, então foi um breifing geral de como vai ser o próximo ano na questão das sementes e de como as empresas do setor vão se comportar, qual a linha de comunicação que elas vão apresentar. Então foi um encontro bem especial das grandes multinacionais como a Bayer, Syngenta, Corteva, onde percebemos que eles estão muito preocupados com o futuro deste setor”, explicou.

O presidente da Aprosmat, Gutemberg Silveira acompanhou o grupo na feira e destacou a importância deste tipo de missão de negócios, para a ampliação de contatos e conhecimento das novidades para o próximo ano. “A viagem foi muito positiva para todos, os nossos associados puderam conhecer mais de perto o que há de mais atual no mercado de sementes americano. Além de estreitar a relação com as multinacionais com reuniões internas especificas para eles, então só temos a ganhar com este tipo de visita podendo antecipar o que vem por ai nos próximos anos em relação a sementes e tecnologia, tanto na lavoura como nos laboratórios”, finalizou.

Este é o quarto ano consecutivo, que a Aprosmat marca presença na maior feira de sementes dos Estados Unidos promovida pela American Seed Trade Association (ASTA).